Marcelo Souto fala sobre novas fontes de receita para o Fluminense: “a gente estuda economizar de R$ 30 a R$ 40 milhões por ano só com gestão”

Compartilhe

O candidato à presidência do Fluminense, Marcelo Souto, falou sobre os projetos para a geração de novas receitas para o Fluminense. De acordo com o presidenciável, em entrevista exclusiva ao Saudações, o Fluminense pode economizar valores milionários apenas com a reformulação da gestão. Além disso, Souto revelou alguns planos para aumentar as receitas com sócio-torcedor e uso de tecnologia.

“Eu costumo falar que esse dinheiro é em duas etapas. É o dinheiro que já está no Fluminense, que é muito mal empregado e a gente consegue dar uma destinação única e exclusivamente de gestão. No caso, por exemplo, com a implementação de um programa robusto de complience, encerramento de unidades deficitárias que normalmente causam prejuízo, um backoffice completamente inchado e que pouco entrega. A questão não é um ter um profissional que ganhe bem, a questão é ter um profissional que ganhe acima do mercado no Fluminense. Então é esse economia que a gente estuda economizar de R$ 30 a R$ 40 milhões por ano só com gestão. Seria esse o dinheiro novo para ser aplicado só com futebol”, disse Marcelo Souto.

O candidato apoiado pelo atual vice-presidente Celso Barros também elogiou o seu time de executivos na busca por novas fontes de renda para o Tricolor.

“Além disso, o potencial de gerar novas receitas. E isso passe pelo nosso corpo executivo, que já apresentemos muitos deles. A gente tem alguns especialistas inclusive em geração de novas receitas para o futebol como é o caso do Celso. A gente tem um profissional do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) que a gente ainda não pôde usar o nome dele, mas é um profissional que já está com a gente e que tem o seu nohall a capacidade de geração de receitas atrás de verbas incentivadas. O Fluminense conseguiu recentemente as CNDs”, completou.

Marcelo Souto fala sobre novas fontes de receita

Em primeiro lugar, o candidato à presidência abordou o “Fluminense Sem Fronteiras”, projeto que visa principalmente expandir a marca do clube para além da região metropolitana do Rio de Janeiro.

Você conhece nosso canal no YoutubeClique e se inscreva! Siga também no Instagram

“‘Ah, eu tenho uma reunião de 10 tricolores no Espírito Santo’, ali a gente vai chamar de Embaixada Tricolor. ‘Ah, eu tenho uma reunião de 50 tricolores em uma cidade na Bahia’, ali a gente vai chamar de Consulado Tricolor. Então, a gente vai criar direito inclusive do voto online, aumentando o poder de decisão dessas pessoas. A gente vai aumentar a geração de receitas através de um sentimento de pertencimento maior desses torcedores de off Rio. E eu costumo chamar os tocedores de off Rio não só os torcedores de fora do Rio, mas também de fora do Brasil”, disse Marcelo.

Outro projeto citado pelo presidenciável foi o Flu Academy, que segundo o próprio, é “um projeto de ensino à distância para o público em geral que visa parcerias com instituições de ensino em todo país”.

“Além do EAD, a ideia é aprimorar os profissionais que estão no Fluminense. A gente consegue reduzir os custos através de voluntários que é, por exemplo, como é feito nas Olímpiadas e na Copa do Mundo com aquele programa de voluntariado. Vai ter o programa Rede Tricolor para ser usado no Maracanã e até em operações dentro de Laranjeiras quando a gente retomar as atividades em Laranjeiras. Tem a questão da Vila do Flu, a gente tem a questão do Flu Esporte Técnico, uma corrida anual de startups para criar novas receitas e reter talento inovador”

Tecnologia para fidelizar o torcedor

Por fim, o candidato à presidência do Flu se mostrou bastante antenado ao futuro tecnológico. Marcelo Sout citou, por exemplo, o metaverso como uma das possíveis novas fontes de receita para o clube

“A gente fala de metaverso hoje em dia, inclusive para torcedores de fora do Rio de Janeiro. Imagina a você de fora do Rio de Janeiro poder fazer um tour virtual por Laranjeiras. Imagina você torcedor tricolor que não conhece o Maracanã, em um dia de Fla-Flu, poder fazer um tour virtual no Maracanã por dentro da torcida do Fluminense”, exemplificou o candidato que já comentado sobre a reforma de Laranjeiras.

Para Marcelo Souto, esta é uma forma de fidelizar sobretudo as novas gerações de tricolores, público com o qual o futebol hoje compete em entretenimento com gigantes do streaming.

“A gente tem que começar a pensar na geração Z, a geração millenium. Estamos competindo com Netflix, com Amazon, com Disney. Então, a gente tem que começar a fazer o torcedor ser mais engajado. Tem que tratar o torcedor, o sócio-torcedor como consumidor, como cliente. Então a gente está muito focado nessa parte de tecnologia embasado no futuro de modernidade. A gente tem uns levamentos para gerar novas receitas e com isso gerar novas receitas diretamente para o futebol”

Assista a entrevista completa com Marcelo Souto no canal do Saudações Tricolores no YouTube.

ST

 

 


Compartilhe

Lucas Meireles

Jornalista formado pela UFRRJ, apaixonado por esportes e pelas boas histórias.

106 thoughts on “Marcelo Souto fala sobre novas fontes de receita para o Fluminense: “a gente estuda economizar de R$ 30 a R$ 40 milhões por ano só com gestão”

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *