Fala professor – Marcelo Oliveira fala após o jogo

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A derrota por 3 a 0 para o Palmeiras, na noite desta quarta-feira, em São Paulo, foi o quarto jogo sem vitória do Fluminense no Brasileirão. Com o resultado, o time caiu para a 11ª posição. Tem 41 pontos, quatro a mais do que a Chapecoense, o primeiro integrante da zona do rebaixamento (enfrenta o Botafogo nesta quita-feira em Santa Catarina).

– Preocupa. Quando não ganha, claro que preocupa. Temos de manter o equilíbrio. Em algumas dessas partidas sem ganhar, o time foi bem. Jogamos bem contra o Sport, poderíamos ter ganho. Hoje tivemos jogo equilibrado. Ficar na parte de baixo da tabela é ruim e pesado, especialmente pela camisa do Fluminense. Temos uma decisão importante, é uma final. Precisamos de boa preparação, de um time muito competitivo e com a participação do torcedor. Uma vitória contra o Ceará, de repente, pode nos dar uma condição melhor de preparação para a Sul-Americana – disse o treinador.

Análise do jogo
O ideal é que a gente só falasse sobre o jogo e não fosse perguntado sobre a arbitragem. O jogo aqui seria difícil para qualquer time. Não por acaso o Palmeiras tem uma sequência grande de vitórias, é um time bem armado, tem jogadores de boa técnica e com reservas do mesmo nível. Viemos com a ideia de marcar muito bem, de tirar espaço e tentar quebrar o espaço deles. Fechar os espaços laterais. Creio que, no primeiro tempo, os dois lados não tiveram chances. O Palmeiras rondou mais a nossa área, mas até o gol sem uma chance clara. A gente teve oportunidade de dois ou três contragolpes e não aproveitamos. No segundo tempo, o Fluminense voltou melhor. Nos organizamos, procuramos atacar mais. O Palmeiras recuou e nos deu oportunidade para tal. Mas não tivemos muita contundência. Levamos gol em grande felicidade do Felipe Mello.

Árbitro

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A irritação é pelo critério da arbitragem brasileira. Jogamos contra o Sport, teve um cartão no jogo. O árbitro praticamente não dava falta. Neste agora, tudo era falta. Foram 11 cartões amarelos e um vermelho. E faltas comuns. Então, eu penso: qual a orientação que o técnico vai dar para o time no próximo jogo? Vai ser um jogo com muita falta e com muito cartão? Como que os times brasileiros vão ganhar a Libertadores, competição na qual há outro critério? Enfim. Mas isso não tira o mérito do Palmeiras, que ampliou o placar no final do jogo. No meu ver, ele não mostra o que foi o jogo.

O que corrigir?

Só tem um meio de corrigir. É trabalhando. Só que nós jogamos no domingo. Descansamos na segunda Terça era véspera de jogo. Fiz um trabalho de posicionamento e bola parada. Mas um jogador sentiu um problema muscular. Agora, pelo menos, temos um dia a mais, afinal, o jogo é na segunda-feira. No Brasil, é difícil. Não tem tanto tempo para trabalhar as correções.

Relação com Felipão

Tenho boa relação e de amizade com ele. No tempo em que ele estava na Seleção e eu no Cruzeiro, falávamos muito. Tenho admiração, é uma referência por tudo que conquistou e pela dignidade. Acho que vai ganhar mais um título, com todos os méritos.

O que não deu certo?

Ganhar aqui é difícil. A gente criou estratégia de defender bem, mas com jogadores que pudesses gerar contragolpe. Sem um zagueiro, achei por bem criar uma surpresa e evitei de colocar volante. Pensei no Júnior Dutra por um lado e o Cabezas pelo outro. Eles marcam e atacam. A gente esboçou, mas não atacamos. Melhoramos no segundo tempo, equilibramos. Mas quando eles fizeram o segundo gol, desorganizamos. Além da derrota, o que fica de ruim é o cartão do Jadson, um jogador importante que perderemos para a segunda-feira. Foi por reclamação. Acho que foi desnecessário.

Fonte: Globo Espote.

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One thought on “Fala professor – Marcelo Oliveira fala após o jogo

  • 15/11/2018 em 09:41
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    Marcelo, sua desfaçatez chega ao ridículo em considerar junior “inválido ” dutra jogador de futebol, concluo que você também exerce ilegalmente a profissão de técnico, sua equipe não tem esboço de time de futebol, sua passividade à beira do campo nos remete ao que temos na presidência do clube um mero passador de tempo, um funcionário público descompromissado com resultados.
    Faça um favor a si mesmo e lhe seremos gratos, PEÇA DEMISSAO.

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