Setor psicossocial pedagógico é um dos que mais cresce na base do Fluminense

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O propósito de “faça uma pessoa melhor, que você terá um jogador melhor”, é muito mais do que apenas um lema. Faz parte da metodologia de treinamento da base do Fluminense e proporciona aos jovens atletas uma oportunidade de se tornarem cidadãos e jogadores mais completos. Por isso, nos últimos anos, um dos setores que mais cresceram na academia de formação do clube foi o psicossocial pedagógico, que hoje conta com oito profissionais dedicadas ao desenvolvimento dos Moleques de Xerém, dentro e fora de campo. E o investimento na área vem colhendo frutos.

 

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“Hoje em dia, o conceito de que o estudo é o “Plano B” do atleta caso ele não se torne jogador está completamente ultrapassado. Entendemos que com a evolução do futebol, os jogadores mais inteligentes, mais desenvolvidos intelectualmente, melhores inseridos na sociedade e com um cognitivo melhor conseguem ter um grande desempenho dentro das quatros linhas. Com isso, além de estarmos melhorando a pessoa, estamos produzindo jogadores de qualidade para o clube. Ficamos orgulhosos dos atletas do nosso Sub-20 matriculados em faculdades, buscando cursos… É algo que sempre buscávamos, mas que hoje em dia, com uma maior estrutura, conseguimos incentivar cada vez mais estes meninos”, explicou a coordenadora psicossocial pedagógica, Lucilene Dias.

 

O estudo é algo fundamental no desenvolvimento dos Moleques de Xerém. As escolas fazem parte do tripé de formação da base, que ainda conta com a família e o próprio clube. A maior parte do tempo, os jogadores não estão dentro do CTVL e o Fluminense entendeu que, para que todo o processo de formação siga na mesma direção, colégios e familiares precisavam conhecer, entender e confiar no que o Tricolor planejava para os atletas. O Fluminense também ajuda oferecendo aulas de reforço.

 

Por isso, o clube possui quatro assistentes sociais dedicadas a auxiliar na área de cidadania, para que eles possam continuar em casa com o processo desenvolvido nos treinamentos no CT.

 

“É um trabalho complexo, pois muitos meninos possuem problemas familiares complicados. Muitas vezes conseguimos ajudar as famílias e com isso o desempenho dos jogadores melhora absurdamente. Temos uma integração muito grande com as comissões técnicas e com a psicologia esportiva, liderada pela Emily Gonçalves. São eles que muitas vezes detectam uma mudança no comportamento e nos passam, para buscarmos uma possível relação com a vida social dele. Contratamos também uma psicóloga social para fazer um trabalho mais clínico com estes jogadores”, contou Lucilene.

 

O Fluminense também proporciona aos atletas um série de cursos e atividades para que os atletas possam se desenvolver. Educação financeira, DSTs, perigo das drogas, cidadania, identidade Tricolor, importância da imagem, perigos das redes sociais, são alguns dos temas das palestras oferecidas aos jogadores ao longo da temporada.

 

Comunicação FFC


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