Fala, presidente: Reforma das Laranjeiras

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A reforma do Estádio das Laranjeiras é um dos assuntos que mais interessam à nós Tricolores, por tudo. Pela história que o local carrega, por ter sido a primeira casa de um título da seleção brasileira , enfim,  são vários motivos que fazem com o que muitos de nós queiram esta revitalização. E este assunto retornou à pauta na coletiva de imprensa realizada hoje no Centro de Treinamentos do Fluminense com o presidente Mário Bittencourt.

A revitalização das Laranjeiras é um projeto de um grupo de torcedores do Flu chamado de Laranjeiras XXI, que é apartidário e tem o objetivo do retorno dos jogos ao Estádio Manoel Schwartz. O objetivo é conseguir recursos para bancar a obra sem nenhum recurso vindo do próprio clube, que passa por uma situação muito ruim financeira.

Em coletiva, Mário afirmou a sua opinião sobre o projeto e que ainda vai ser apresentado o projeto para uma comissão interna – composta por membros indicados por Mário Bittencourt – para avaliar a real viabilidade do projeto. Veja o que ele disse:

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“Temos uma reunião no dia 27 ou 28. Agora, eles vão apresentar de fato o projeto. Qual seria o tamanho, os custos… A próxima reunião é para avançar, discutir coisas técnicas. Por exemplo, há debate sobre demolição ou aproveitamento das arquibancadas. Dizem que as arquibancadas de cima estão condenadas, mas não há laudo que prove isso. Essas reuniões servem para isso também. Aproveita? Não aproveita? Dependendo da decisão, se mexe no projeto. Pelo que vi do projeto, prevê a demolição e a reconstrução das arquibancadas. Mas, temos que ver se de fato é necessário.”

Mário Bittencourt comentou também sobre a presença de seu pai na comissão – pode virar motivo de discussão política-  que avaliará a reforma das Laranjeiras, o mandatário afirmou que ele é um engenheiro civil, apaixonado pelo Fluminense, disposto a ajudar na situação e que não vai receber um real para isso.

“Tudo no Fluminense é politizado. Meu pai é um engenheiro civil de 70 anos. Mora em João Pessoa, mas disse que, quando eu fosse presidente, gostaria de ajudar o clube de alguma maneira. Nomeei nessa comissão, porque é algo que ele domina. Ele já participou da revitalização de alguns estádios do Brasil e, no final da carreira, se especializou em reconstrução de patrimônio histórico. Trabalhou no Teatro Municipal, no Museu da Quinta, no Palácio de Cristal, em Petrópolis… Não recebe um centavo, assim como outros colaboradores dessa gestão. Não vi polêmica, mas não duvido que houve comentários mal intencionados. Ele não tem nem cargo, é só uma comissão que qualquer um pode fazer parte, desde que tenha conhecimento para passar.”

ST!


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