Fala jogador! Daniel: Maraca cheio é um incentivo a mais!

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Daniel foi o escolhido para a entrevista coletiva dessa quinta-feira. O jogador falou sobre os resultados do time, o esquema de Fernando Diniz, sua expectativa de renovação e sobre a torcida tricolor.

Confira a entrevista completa:

Ninguém fica feliz, os jogadores buscamos sempre a vitória, mas mantem a cabeça boa, treinar bastante porque domingo é muito importante e precisamos ganhar.

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Na torcida não tem meio-termo, vocês jogadores acreditam no Diniz?

D: isso é normal da torcida, porque não fazemos um bom campeonato, mas o grupo tá fechado com ele e vamos deslanchar no campeonato, fazer boas partidas igual na Sula.

Chegou o limite da pressão, contra o CSA, um adversário mais fraco o Fluminense tem que ganhar. A pressão vem de dentro pra fora, fora pra dentro?

D: A pressão é normal dentro do Fluminense porque é um clube grande. Todo jogador que estiver aqui tem que estar preparado para isso. Domingo não será fácil, não existe time bobo. Mas temos que entrar ligados e não ter bobeira.

Como vê seu momento?

D: TO muito feliz, primeiro ano que tenho sequência. Espero continuar jogando e que as vitórias venham.

Tiveram uma reunião com Celso, como foi isso para o grupo?

D: Foi um encontro normal de diretoria, comissão técnica e jogadores. Estamos no mesmo barco, fechados. Precisamos melhorar, sabemos disso. É sempre bom conversar assim. Tenho certeza que vai surtir efeito e virão coisas boas pra nós.

Como está a questão do seu contrato? Ele expira em Dezembro, né?

D: Sim, mas estamos conversando e tenho fé que teremos um final feliz.

Vocês tem a filosofia que o Diniz gosta de fazer, mas como é a pressão do lado de fora para atuar nesse esquema no campo?

D: O esquema dá prazer nos jogadores, dentro de campo não temos essa preocupação, tentamos ganhar. E quando ganhamos, o esquema é maravilhoso. Quando o resultado não vem, tem as críticas. Mas temos que ganhar. Não adianta jogar bem e perder. Mas temos a cabeça boa pra reverter isso.

Se vencer o CSA, a posição não muda. Vitória essencial?

D: Claro, precisamos muito. Ganhando, não passamos ninguém. Não podemos deixar o pessoal da frente distanciar. Nosso objetivo não é ficar na parte de baixo da tabela. Não condiz com a camisa do Fluminense lutar para não cair. Nem com as atuações. Domingo é faca nos dentes pra ganhar.

O Diniz pede versatilidade, o que vem sendo feito de diferente para mudar isso? Bolas longas, chute de média distancia?

D: Definimos mais rápido, antes rodávamos muito a bola. Agora chegamos no lado e cruzamos, com mais gente na área. Isso gera dificuldade no adversário. E tem a bola longa também pra corrida do Yoni.

E a importância de Nem e Nene?

D: Já treinamos juntos, sempre bom jogar com eles, tem muita qualidade, vão me ajudar muito e eu a eles. Espero que o time que Diniz colocar em campo possa jogar bem e vencer.

Qual a mudança tem que ser feita pra não tomar tantos gols? Mudar os jogadores ou ter mais atenção?

D: Acho que essa segunda parte que você falou. Já jogamos com 3 volantes e tomamos gol, jogamos com Yuri na zaga e não levamos. Temos que entrar ligados, atenção dentro de campo, não importa os jogadores. Se eles estiverem ligados, não tomaremos gol.

Existe uma mobilização da torcida pra comparece mais. Qual a importância dela agora? Faz diferença?

D: Torcida do Fluminense no estádio incentiva muito, não para de cantar 1 segundo. Com Maracanã cheio é um fato a mais para o time, na Sul-Americana tá cheio e as atuações estão muito boas. Mas não podemos usar isso como desculpa, temos que entrar ligados domingo e ganhar pra melhorar a situação do Fluminense no campeonato.


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