Na terceira colocação do Brasileirão, Eduardo Barros pede foco somente no Fluminense:”A gente olha para a nossa equipe e para a maior pontuação possível na competição”

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Na noite desta segunda-feira (01/08), o Fluminense foi até a Vila Belmiro enfrentar o Santos pela vigésima rodada e acabou empatando em 2 a 2 com o time paulista.

Após sair perdendo, o Fluminense conseguiu virar a partida em dois minutos da etapa final. A vitória parecia estar próxima mas, por uma desatenção, os paulistas conseguiram empatar nos minutos finais do jogo.

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Em entrevista coletiva, o auxiliar Eduardo Barros reclamou bastante de um lance que Caio Paulista entrava na área e foi derrubado pela zagueiro do Santos.

“É mais um evento que mancha o futebol brasileiro. É inadmissível um espetáculo de dois grandes clubes termine em incompetência do VAR. Não quero nomear o profissional responsável pela decisão, que deveria ter, no mínimo, chamado o Braulio (da Silva Machado, árbitro). Uma situação que já está escandalosamente cravada como penalidade por todos. Definiu de forma triste e infeliz a partida”

Eduardo Barros comandou o Fluminense contra o Santos na Vila Belmiro (Foto: Marcelo Gonçalves/Fluminense FC)

Com o empate em Santos, o tricolor chegou aos 35 pontos. Três a menos que o vice-líder Corinthians e sete atrás do líder Palmeiras.

“A gente não olha para o Palmeiras, olha para a nossa equipe e para a maior pontuação possível na competição. A distância de sete pontos já foi de 10. Temos um jogo em casa, temos uma combinação que pode permitir pontuar mais. No final do ano, vamos ver em que colocação vamos terminar”

Após conseguir a virada relâmpago em dois minutos e com o jogo sob controle, Eduardo Barros promoveu algumas substituições com objetivo de afastar as investidas santistas. No entanto, o auxiliar técnico explicou os motivos para as mexidas.

“A gente precisava manter a formação, mas com características diferentes de alguns atletas. Eles tinham a vantagem, e era natural que recuassem as linhas. Precisávamos que a bola chegasse com qualidade ao ataque. Conseguimos fazer isso no segundo tempo e tivemos volume de jogo”

Nos últimos seis jogos, cinco foram como visitante e um como mandante. E mesmo jogando de local, o clube atuou em Volta Redonda. Além disso, o clube percorreu mais de 9 mil km nos últimos jogos.

“Hoje, tivemos que reverter um placar adverso e tivemos competência e condição física para fazê-lo. Passamos mais de 60 minutos correndo atrás do resultado. Não sei se o desgaste foi determinante para o resultado. Agora, duas semanas abertas depois de uma maratona dessas será essencial. Não só para descansar os jogadores, mas também para fazer os ajustes que o Diniz quer”

O Fluminense é conhecido pela excelência na formação de atletas. Contra o Santos, mais um jogador formado em Xerém teve a oportunidade de participar de um jogo do time principal.

“É um processo. O Alexsander já fez alguns treinos conosco, principalmente no dia após o jogo. Ele, assim como muitos outros jovens promissores de Xerém, tem aparecido para treinar. Se destacou, hoje tivemos ausências, e abriu uma vaga para compor a lista”

Eduardo Barros falou sobre Fernando Diniz e o auxiliar elogiou a forma de trabalhar do técnico tricolor.

“Conheço o Fernando Diniz há quase uma década. Fui assistir um jogo da segunda divisão paulista e me encantei. Já era apaixonado pelo jogo, pela profissão, e vi uma equipe que expressava a visão de jogo e visão de mundo do treinador. Alguns anos depois, surgiu um convite para trabalhar na comissão técnica dele. Esse é o quarto clube que eu trabalho com o Fernando. São quase três anos de parceria”


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