Caso Miguel – Presidente tricolor dá detalhes do caso e informa já ter notificado o jogador para se reapresentar

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Mais um capítulo da novela Miguel veio à tona, na manhã desta quinta-feira. Em entrevista ao GE, o presidente tricolor Mário Bittencourt revelou que o jogador teve por duas vezes seu pedido de rescisão unilateral indeferido pela justiça e ainda informou que o atleta já foi notificado três vezes para retornar. Agora, ainda segundo o mandatário, o clube estuda quais os próximos passos:

– Ele entrou com uma reclamação trabalhista pedindo a rescisão indireta do contrato de trabalho. Pediu uma liminar que foi negada, depois pediu uma reconsideração que foi negada novamente, então ele já perdeu duas vezes. Uma das alegações dele é de que não recebeu reajuste salarial, que estava previsto, e ele recebeu sim. Isso está lá no processo. Eu lamento que tenha chegado a esse nível, mas foi uma escolha e decisão do jogador e da família do jogador. A gente tem 270 jogadores em Xerém, temos dezenas de jogadores formados na casa jogando no time profissional e todos eles estão com contratos renovados, quiseram permanecer no clube, independentemente de estarem jogando ou não.

Sobre as notificações:

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– Foi uma decisão unilateral do jogador. A gente já notificou três vezes para retornar ao trabalho, ele não retornou ainda. Já recebeu notificações oficiais do clube como determina a legislação trabalhista. O departamento jurídico já o notificou três vezes, e ele até agora não retornou. Estamos avaliando quais medidas tomar de agora em diante pelo não comparecimento dele.
O presidente ainda respondeu sobre uma possível volta do atleta aos treinos:

– Nós temos todo interesse que ele retorne. A gente fez uma proposta no final do ano de 2020, uma excelente proposta de renovação, ele não quis aceitar. Desde sempre se recusou a ouvir as propostas do Fluminense. É uma pergunta que deve ser feita a ele. Mas se houver a vitória nossa na Justiça, temos todo o interesse que ele possa retornar ao clube e cumprir o contrato dele aqui.

Miguel ingressou com um processo, alegando atraso de aproximadamente um ano no pagamento de um reajuste salarial que estaria previsto em contrato, além de não recolhimento de cerca de seis parcelas do FGTS. O processo corre em segredo de Justiça na 9ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.

ST


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