TEMPO AO TEMPO (MARIO NETO)

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TEMPO AO TEMPO (MARIO NETO)

Mesmo já tendo trabalhado no Fluminense há três anos, na minha opinião o trabalho dele nesta passagem foi muito ruim, nos deixou no final do primeiro turno do Campeonato Brasileiro na antepenúltima posição, com apenas três vitórias em dezoito jogos. Para seus fãs, apesar deste fracasso em termos numéricos, o time jogava bonito, finalizava “n” vezes, não conseguia transformar estas muitas oportunidades em gols. Segundo seus admiradores (diga-se de passagem), sendo assim a culpa era dos jogadores, o que não concordo. O time realmente tinha um domínio de jogo, porém a meu ver infrutífero, tal qual vimos com o técnico anterior Abel Braga. Mesmo que eu não concorde com esta contratação, darei tempo ao tempo para um julgamento mais correto, como fiz com todos aqueles treinadores que passaram pelo nosso clube. Torço para que este Fernando Diniz de agora seja bem diferente daquele de 2019, principalmente que leve também os resultados em conta. Pelo menos a sua primeira entrevista foi “animadora”, segundo os setoristas tricolores.
Logo mais em casa o Fluminense joga sua sorte, quase que definitivamente, em caso de não ganhar do Junior Barranquilla de triste memória. Passaremos a respirar muito mal por aparelhos, mesmo no caso de empate. Esta vantagem de jogar no Mario Filho está longe de nos dar um favoritismo, pelos fatores que todos tricolores sabem de cor e salteado. Mas que não pairem dúvidas disso entre eles: não estamos jogando lhufas, à exceção do primeiro tempo contra o Coritiba, falta de jogadas ensaiadas e de atuações individuais comprometedoras tipo Marlon, que continua o mesmo ou pior da sua passagem anterior no Fluminense.
Outro que não diz nada é o lateral Callegari, que tanto faz como fez quando atua na partida. O caso mais surpreendentemente é o do André, que vinha sendo até então um dos grandes do time e caiu de produção demasiadamente, sem nenhum motivo aparente. Nestes últimos jogos, além de errar passes bobos que não eram do seu feitio, foi o maior responsável pela derrota contra o Coritiba, ao cometer um pênalti infantil, ridículo e sem necessidade, quando vencíamos de dois a zero. De quebra foi expulso justamente pelo péssimo árbitro Rafael Klaus. Este árbitro depois, quando a partida estava empatada em dois a dois, não teve coragem de expulsar o Andrey, que deu uma cabeçada no Yago Felipe que foi CLARISSIMA. Só ele não viu. O motivo desta “cegueira” não sei. Não é a primeira vez que nos prejudica.
Outra coisa que conta contra nós é o fato que a torcida, ao que tudo indica, irá em muito pouco número ao estádio. Pelo menos foi o que demonstrou a venda de ingressos até esta noite de terça feira. Domingo pegamos o Palmeiras na sua casa e na próxima quarta o Atlético Goianiense em Goiás. Como veem, a nossa situação em todos os três campeonatos que disputamos nestas duas semanas é terrível. Nada é tão ruim que não possa piorar.

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