Papo de Arquiba – Cacá fala sobre o amor ao Flu, conta histórias de infância e fala sobre Laranjeiras e pandemia

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Cacá Bueno participou de uma live do Saudações. O piloto falou sobre suas experiências de torcedor, automobilismo, relação com o pai, Laranjeiras e muito mais. Confira algumas falas importantes:

Ser piloto

“Um piloto precisa passar pelo kart para ter sucesso. É importante começar quando criança, ainda em desenvolvimento. Eu tinha 11 anos quando comecei.”

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Automobilismo no Brasil

‘Não vejo mais corrida desde que o Ayrton morreu’. “Essa pessoa gostava do Ayrton, não de corrida. A audiência de F1 é muito boa. O fã de automobilismo continua assistindo. Interlagos estava lotado ano passado para Stock Car. A gente tem um público muito fã do nosso esporte. Houve uma pesquisa e descobrimos que 25 milhões gostam de motorsports.

Falta de pilotos brasileiros na F1

“Rubens Barrichello e Felipe Massa foram os brasileiros mais conhecidos na F1 depois de Ayrton e Nelson Piquet. Não ganharam, mas eram grandes pilotos. Hoje temos algumas promessas no país. É cíclico, questão de tempo até que tenhamos um brasileiro novamente na F1. Em 3, 4 anos acredito que volte a ter”

Como virou tricolor

“Sou de 76. Eu era criança e vi 83,84 e 85. Meu pai não assumia que era flamenguista. Nem em casa ele era torcedor, sempre esteve preocupado com trabalho dele. Nunca teve uma imagem associada a algum clube. Eu virei tricolor na primeira derrota. Porque você vê que fica puto, chora, tem raiva, briga com irmão.”

Contratação que te deixou mais feliz

“É diferente a contratação e surpresa com jogador. Eu ia no estádio, minha mulher virou tricolor por causa de mim. Quando ele chegou, não tinha noção e ele veio a ser muito importante. O Fred quando chegou eu não tinha noção do tamanho. Não teve o impacto do Romário. E tem os jogadores de Xerém, como Roger, que é um grande amigo e o Branco.”

Sócio honorário do clube

“Ganhei um título de Sócio Honorário do Fluminense depois que fui pentacampeão da Stock Car.”

36 anos do título brasileiro hoje

“Meu pai narrou com maestria. As pessoas não tinham ideia do clube que ele torcida. Falavam que era torcedor do time que era campeão. Então ele já foi muitos times. E aí em 2012, quando fomos campeões em cima do Palmeiras, E meu pai me contou que pediu para fazer aquele jogo para poder narrar um título do Fluminense para mim. Ele cantou para mim “é tetra” quando fui tetra-campeão da Stock Car.”

Voltar aos dias de glórias

“Podemos. Não é um negócio de um 6 meses, 1 ano. A gente arrasta resultados medíocres durante uma década inteira porque nunca se soluciona. Tivemos uma oportunidade de ouro com o patrocínio da Unimed, fomos campeões de muitas coisas. A gestão não soube lidar com isso. O problema é de quem estava na gestão do clube, que não soube aproveitar. Eu prefiro apertar por 3 anos para fazer um time bom depois. Se não, fica 15 anos com time brigando para não cair. Tem que ter alguém com coragem para falar e fazer isso. O Fluminense tem tudo para ser protagonista. A dificuldade é essa. O Fluminense tem que dar o exemplo. Cada um tem que buscar o seu caminho. Ajeitar a casa para voltar a ser protagonista. Nada é para sempre, precisamos ajeitar a casa.”

Volta das Laranjeiras

“Eu sou fã do Maracanã. Gosto de levar meu filho para arquibancada. Sempre fui torcedor, estava lá no gol de barriga. Ia escondido para o estádio, minha mãe não deixava. Tenho uma lembrança muito querida das Laranjeiras. Eu era muito partidário de um estádio próprio de 35, 40 mil lugares. Eu vejo que o Fluminense perdeu essa oportunidade. Voltar às Laranjeiras, acho complicado. É um patrimônio do clube, mas acho que o time de futebol precisava de um palco a sua altura. Um pecado ter destruído parte do estádio, mas é complicado voltar para lá. A federação do Sul fala em voltar no meio de Julho. Aqui no Rio querem voltar semana que vem.”

ST

 

 

 

 

 

 


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