Zubeldía justifica demora nas substituições: ‘Não tinha por que mexer’

Compartilhe

O técnico Luis Zubeldía explicou por que esperou até os minutos finais para mexer no time na vitória do Fluminense por 1 a 0 sobre o Atlético-MG, neste sábado, no Maracanã, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

Em entrevista coletiva, o treinador destacou que o “timing” dos jogadores dentro da partida pesou na decisão de manter a equipe em campo por mais tempo.

— Às vezes fazemos substituições no intervalo, aos 10, aos 40… Uma coisa é estar cansado, mas no timing do jogo. Outra é estar cansado e fora do timing. Quando vejo que o jogador continua no timing, não tem por que substituir — afirmou.

Zubeldía também apontou que a falta de peças com características semelhantes no banco dificulta mudanças ao longo do jogo.

— Se Lucho estivesse no banco e Savarino em campo, são características parecidas. Quando não é assim, fica difícil para quem entra. Por isso hoje os câmbios foram no fim, quando senti mais o cansaço — disse.

O treinador lembrou ainda que, na derrota para o Vasco, as alterações aconteceram por pedido dos próprios atletas.

— No último jogo, todas as mudanças foram porque os jogadores me pediram. Isso muda conforme o contexto e o timing da partida. Três dos quatro jogadores da frente vêm de uma sequência grande — completou.

Por fim, Zubeldía explicou a escolha por laterais mais descansados para sustentar o plano de jogo.

— Precisávamos de jogadores frescos pelos lados. Se eu começo com Renê e Samuel, poderia perder duas substituições quando o Atlético mudasse, como aconteceu com a entrada do Cuello — concluiu.

Foto: Marina Garcia/FFC

Compartilhe