SEMPRE A MESMA COISA (MARIO NETO)

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SEMPRE A MESMA COISA (MARIO NETO)

Começo quase sempre meus artigos como se diz por aí “chovendo no molhado”. É sempre a mesma história, ou seja, cada partida do Fluminense é decisiva e sofrida, uma derrota pode ter consequência muito danosa. Nesta semana pegamos o Corinthians pela vaga na final da Copa do Brasil e depois o Flamengo no domingo, pelo Brasileirão, valendo a manutenção entre os quatro primeiros no G4, logicamente visando a Libertadores do ano que vem. Financeiramente o jogo de amanhã tem um significado maior que o clássico Fla-Flu, isso é evidente. Passando o nosso time resolveria boa parte dos nossos problemas de grana até pelo menos o fim de ano, não precisaríamos vender um ou outro jogador pela primeira proposta que pareça e ainda garantiríamos os salários dos jogadores. Para isto acontecer vamos “cortar” um dobrado.
Tivemos a chance de conquistar uma boa vantagem jogando no Mario Filho e por nossos erros a entregamos de bandeja para o Corinthians. Agora, em Itaquera, o Timão na teoria é o favorito, muito por causa da sua torcida. Por causa dos erros cometidos na primeira partida, agora jogaremos com a corda no pescoço, o que significa dizer com a margem de erro zero, ou quase isso. Como se não bastasse, por si só Fernando Diniz tem um monte de problemas para definir o time. Ninguém sabe ou tem a mínima idéia, pelo menos até o momento em que escrevo este artigo, de quem jogará no lugar do André e do Nonato. Martinelli seria a opção de muitos tricolores para substituir o primeiro. Não sei se daria certo, por uma razão simples: ele não vem jogando bem e quando entra tem mostrado deficiência na marcação.
Devido à importância desta decisão eu optaria pelo Felipe Mello, (mesmo vindo “devendo” desde a sua operação) por causa da experiência e a vivência de quando jogava em São Paulo, mesmo correndo risco de perder a cabeça. Duas coisas vêm me tirando o sono: primeiro o Caio Paulista na lateral esquerda, onde ele até fez duas ou três boas partidas. Depois disso voltou ao normal, ou seja, mostrou sua clara deficiência na posição, o que não é de se estranhar pois se trata de uma improvisação. Com todas as incertezas que demonstrou até o momento, eu optaria pelo Cristiano, que quando entrou no lugar do Caio Paulista não foi mal. Mas como de técnico não tenho nada, ok. Não conheço um técnico, seja ele quem for, que não tenha um quê de teimoso. Fernando Diniz não é exceção

A outra coisa que está me matando aos poucos é a tal troca de bola na nossa área. Perdi a conta de quantas vezes suei frio com esse tipo de jogo. Pelo menos economizei exames coronários. No final das contas, meu coração está em dia de tanto passar apertos. Bem, quanto ao Fla x Flu, fica para depois. UIM SOFRIMENTO de cada vez.

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