Mário fala de empréstimo de John Kennedy no início da temporada e abre jogo sobre vendas na próxima janela: “tendência é que saiam pós mundial Nino e André”

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Na última segunda-feira (13), Mário Bittencourt foi no podcast “Mundo GV”. Em uma conversa descontraída, o presidente falou sobre diversos assuntos relacionados ao momento do clube e bastidores de uma temporada vitoriosa na história do Fluminense.

Sobre John Kennedy, Mário revelou informações sobre a decisão de emprestar o jovem atacante à Ferroviária para a disputa do Campeonato Paulista. Disse inclusive que houve compreensão por parte do jogador:

“A gente entendia que ele precisava naquele momento sair um pouco do foco, sair um pouco do Rio. Ele também entendia, o empresário também, a comissão técnica também. Não é o John Kennedy de agora, mas a gente ganhou um Fla-Flu com dois gols dele, ele virou ídolo da torcida. Então não é fácil. Ele estava em um momento difícil da vida pessoal, e obviamente são coisas nossas de gestão internas que a gente entendia que ele precisava nesse momento mudar de ares.”

Quando perguntado sobre possíveis vendas de André e Nino após o Mundial de Clubes, Mário relembrou a sondagem de André por parte do Liverpool no meio do ano e falou sobre a próxima janela de transferências do início de 2024:

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“Fizeram uma sondagem de 30 milhões de euros. Eles sondaram o empresário do jogador, Carlos Leite, tivemos uma conversa no meio do ano. Eu disse: ‘Carlos, eu não vou vender o André esse porquê eu vou ganhar a Libertadores, não vou me desfazer do time’. (…) A melhor janela é sempre a de meio de ano, é o início de temporada lá. O fato de a gente ter sido campeão da Libertadores, qualifica sim o jogador, mas essa janela de início de ano normalmente é uma janela pior para o futebol brasileiro. Mas eu acredito que pela quantidade de clubes que possam se interessar pelo jogador, aí sim a tendência é que o preço aumente.”

“O Nino é uma situação um pouco diferente. O Nino chegou no Fluminense no início de 2019, eu nem era presidente, ele veio do Criciúma. Já está na quinta temporada, já é um zagueiro de quase 27 anos. No final de 2021, início de 2022 em dezembro chegou uma proposta do México, dentro dos padrões de zagueiro e a gente iniciou a venda. Só que eu havia feito um acerto do Criciúma aonde a gente ia ficar com pedaço maior da venda e o Criciúma com um pedaço menor do que ele tem. Em cima da hora a diretoria falou que desistiu. (…) Aí ele ficou, quando chegou agora nessa reta final, ele falou: ‘Presidente, eu tenho um sonho de jogar na Europa.’ Hoje existe uma sondagem da Inglaterra, não tem nada de concreto, mas a tendência é que saia pós mundial Nino e André.”


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