Marcão classifica partida do Fluminense como “perfeita” e deixa futuro aberto no clube: “Papai do céu vai falar”
Técnico exalta comprometimento do elenco em goleada sobre o Vitória e reitera disposição para seguir no comando técnico para a próxima temporada
O técnico Marcão valorizou o desempenho do Fluminense na goleada por 3 a 0 sobre o Vitória, nesta sexta-feira, no Barradão, pelo Campeonato Brasileiro. Próximo de alcançar o objetivo de garantir vaga na Libertadores, o treinador fez questão de enaltecer o espírito coletivo do grupo e definiu a atuação da equipe em Salvador como impecável.
Mesmo sob a exigência de buscar a classificação internacional, o comandante destacou a entrega tática dos atletas e o ambiente de unidade do elenco tricolor.
— A gente sabia que ia ser um jogo difícil. É sempre difícil jogar aqui e eles vivem um momento de muita pressão. Temos que parabenizar nossos jogadores porque produziram no treino e entregaram no jogo. Foi uma partida perfeita. De comprometimento, de observação tática. A gente valoriza muito isso. Existe uma certa pressão por ter que voltar para a Libertadores e a gente sempre valoriza o grupo. Eles mereceram essa vitória. Nosso grupo é inabalável — destacou.
Com o fim do campeonato se aproximando, o futuro de Marcão no comando da equipe segue indefinido. O treinador relembrou o acordo selado com a diretoria até o término da temporada e reafirmou seu carinho pelo clube, deixando a decisão final nas mãos do planejamento interno e de seus preceitos pessoais.
— Sobre minha situação, o que a gente acordou com a diretoria é que ficaria até o final do ano e dali a gente decidiria se continuaria ou não, e se viria outra pessoa. O Marcão está sempre disposto, querendo trabalhar muito, ajudar a torcida do Fluminense, jogadores, clube, instituição. As coisas que acontecem na minha vida são sempre no tempo de Deus. Foi assim como atleta, no início da carreira foi de 18 para 19 anos. Agora, como treinador, o papai do céu vai falar se eu tenho que continuar, se não. Estou muito disposto a trabalhar — concluiu.
