Quem bate? Pênalti perdido reabre discussão sobre cobrador oficial do Fluminense

Compartilhe

A chance desperdiçada na vitória sobre o Nova Iguaçu, nesta quinta-feira (22), trouxe de volta uma dor de cabeça antiga para a torcida tricolor, a definição do batedor oficial de pênaltis. O erro do canobbio reacendeu o debate sobre a hierarquia nas cobranças para a sequência da temporada 2026.

Com a dúvida no ar, um levantamento feito pelo jornalista Gabriel Amaral mapeou o histórico de conversões dos jogadores do atual elenco vestindo a camisa do Fluminense. Os números mostram que a segurança, estatisticamente, vem do meio-campo, e não do ataque.

Paulo Henrique Ganso aparece como a opção mais confiável. O camisa 10 cobrou 13 penalidades pelo clube e converteu 10, mantendo um aproveitamento alto em momentos decisivos.

Você conhece nosso canal no YoutubeClique e se inscreva! Siga também no Instagram

Já entre os homens de frente, o aproveitamento oscila. Germán Cano foi para a batida oito vezes, convertendo cinco. O uruguaio Canobbio e o moleque de Xerém John Kennedy também aparecem na lista, mas com menos volume de cobranças.

Confira o raio-x dos batedores pelo Fluminense:

  • Ganso: 10 gols / 13 cobranças

  • Cano: 5 gols / 8 cobranças

  • John Kennedy: 3 gols / 4 cobranças

  • Canobbio: 2 gols / 4 cobranças

  • Lima: 1 gol / 1 cobrança

  • Renê: 1 gol / 1 cobrança

  • Keno: 1 gol / 1 cobrança

  • Everaldo: 0 gols / 2 cobranças

Com o Estadual em curso, o Brasileirão prestes a começar e a Libertadores no horizonte, os números escancaram a necessidade de Zubeldía definir quem vai chamar a responsabilidade nos momentos decisivos.


Compartilhe