Quem bate? Pênalti perdido reabre discussão sobre cobrador oficial do Fluminense
A chance desperdiçada na vitória sobre o Nova Iguaçu, nesta quinta-feira (22), trouxe de volta uma dor de cabeça antiga para a torcida tricolor, a definição do batedor oficial de pênaltis. O erro do canobbio reacendeu o debate sobre a hierarquia nas cobranças para a sequência da temporada 2026.
Com a dúvida no ar, um levantamento feito pelo jornalista Gabriel Amaral mapeou o histórico de conversões dos jogadores do atual elenco vestindo a camisa do Fluminense. Os números mostram que a segurança, estatisticamente, vem do meio-campo, e não do ataque.
Paulo Henrique Ganso aparece como a opção mais confiável. O camisa 10 cobrou 13 penalidades pelo clube e converteu 10, mantendo um aproveitamento alto em momentos decisivos.
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Já entre os homens de frente, o aproveitamento oscila. Germán Cano foi para a batida oito vezes, convertendo cinco. O uruguaio Canobbio e o moleque de Xerém John Kennedy também aparecem na lista, mas com menos volume de cobranças.
Confira o raio-x dos batedores pelo Fluminense:
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Ganso: 10 gols / 13 cobranças
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Cano: 5 gols / 8 cobranças
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John Kennedy: 3 gols / 4 cobranças
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Canobbio: 2 gols / 4 cobranças
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Lima: 1 gol / 1 cobrança
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Renê: 1 gol / 1 cobrança
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Keno: 1 gol / 1 cobrança
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Everaldo: 0 gols / 2 cobranças
Com o Estadual em curso, o Brasileirão prestes a começar e a Libertadores no horizonte, os números escancaram a necessidade de Zubeldía definir quem vai chamar a responsabilidade nos momentos decisivos.
